André Popolin, ou simplesmente “André da Padaria”
Dono da tradicional Center Pan, empresário construiu uma história que ultrapassa o balcão e se mistura ao cotidiano de Brodowski
Tem gente que faz parte de uma cidade não pelo cargo que ocupa ou pelo sobrenome que carrega, mas simplesmente porque está presente.
Presente todos os dias. Trabalhando, conversando, conhecendo as pessoas pelo nome e acompanhando de perto as histórias de quem entra e sai pela porta.
André Popolin é uma dessas figuras de Brodowski.
Aliás, para muita gente, talvez seja mais fácil identificá-lo de outro jeito: é o André da Padaria.
Dono da tradicional Center Pão, André construiu uma relação com a cidade que há muito tempo ultrapassou a simples relação entre comerciante e cliente.
Porque padaria é um lugar diferente.
É onde a cidade começa o dia.
É o pão comprado logo cedo, o café antes do trabalho, a conversa rápida no balcão, o encontro por acaso e aquele cliente que aparece tantas vezes que, depois de algum tempo, já nem precisa explicar direito o que quer.
E é justamente nesse cotidiano que André se tornou um personagem conhecido de Brodowski.
Quem passa pela Center Pão encontra um empresário que acompanha de perto o próprio negócio, mas também alguém acostumado a conversar, ouvir e conviver diariamente com moradores das mais diferentes gerações.
Por ali passam trabalhadores antes do expediente, famílias, comerciantes, jovens, idosos e gente que simplesmente aproveita a parada para colocar a conversa em dia.
Ao mesmo tempo, manter um comércio tradicional funcionando significa gerar empregos, movimentar fornecedores e fazer parte da economia de uma cidade onde praticamente todo mundo acaba conhecendo todo mundo.
Mas talvez o que melhor explique a presença de André em Brodowski não esteja nos números.
Está nas pessoas.
Essa relação também aparece na disposição de André em apoiar iniciativas e projetos locais. Para ele, quem empreende em uma cidade também pode contribuir para que outras coisas aconteçam ao seu redor.
E talvez esteja justamente aí a diferença entre simplesmente ter um comércio em uma cidade e verdadeiramente fazer parte dela.
Todos os dias, enquanto boa parte de Brodowski ainda começa a despertar, existe gente trabalhando para que o pão esteja pronto, o café esteja servido e mais um dia possa começar.
Entre essas pessoas está um rosto que muita gente já conhece.
André Popolin para os documentos. André da Padaria para Brodowski.
E alguém que, entre um café, um pãozinho e milhares de conversas de balcão, também ajuda a fazer Brodowski acontecer.
